13/01/2025 22h38 · Atualizado há 2 anos

O comandante-geral da Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC), coronel Aurélio José Pelozato da Rosa, enfrenta uma grave crise que pode culminar em sua saída do cargo mais alto da corporação. Nomeado em janeiro de 2023, Pelozato vem perdendo apoio interno tanto entre praças quanto entre oficiais, e sua permanência é considerada insustentável.

O estopim da crise foi a divulgação de imagens exclusivas pelo Canal Criciúma, mostrando o comandante ingerindo bebida alcoólica no interior de um Quartel em Tubarão, um episódio que rapidamente ganhou repercussão nacional.

Além disso, conforme divulgado pela colunista Dagmara Spautz, da NSC, o governador Jorginho Mello (PL) estaria insatisfeito com a condução de Pelozato à frente da PM. Nos bastidores, já há articulações para escolher um substituto que atenda às expectativas do governo e da tropa.

Embora o Estado destaque frequentemente os bons índices de segurança pública como um triunfo da gestão, policiais militares apontam que a corporação, responsável direta por esses resultados, não está sendo devidamente reconhecida. Essa insatisfação interna, somada aos recentes episódios envolvendo Pelozato, intensifica o desgaste.

O tema preocupa o governo, já que a PM não é apenas uma instituição estratégica para a segurança pública, mas também uma categoria com forte organização, capilaridade e apoio popular.

Com a crise chegando a um ponto crítico, a substituição de Pelozato parece cada vez mais próxima. A movimentação visa restaurar a confiança dentro da tropa e alinhar a liderança da PM às expectativas do governo e da sociedade catarinense.

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